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5 Documentários que todo Engenheiro Civil deveria assistir na Netflix

Em tempos de Corona Vírus (COVID-19), a quarentena é fundamental para que este vírus seja contido e vidas sejam preservadas, para que em breve possamos ter dias melhores e aos poucos, retomar nossas vidas. E pensando em te ajudar durante este período, indicamos 5 documentários que todo Engenheiro Civil deveria assistir na Netflix durante este período.

Grand Designs

O documentário relata obras impressionantes realizadas ao redor do mundo, mostrando os desafios da execução e os desafios na concepção de projeto. Kevin McCloud, designer e escritor é quem apresenta o documentário e acompanha todos os projetos do zero.

Secrets of Great British Castles

Contando com duas temporadas, o documentário (ou seria uma série?) explora as construções antigas do reino unido. Dan Jones, historiador britânico, é quem apresenta todos os episódios da série, passando pelos castelos mais surpreendentes da ilha da rainha, explorando e exibindo cada segredo dessas magníficas construções que datam séculos de existência.

Tales of Irish Castles

Essa série possui apenas uma temporada, mas apresenta uma narrativa impressionante de fortes e luxuosas construções do século 20 em toda a história política, econômica e de conflitos irlandeses, sendo apresentada por Simon Delaney e participação de historiadores, moradores e arqueólogos.

Print the Legend

Uma corrida pelo domínio da impressão 3D requer garra e coragem para inovar, através dela já conseguimos produzir dos bens de consumo aos materiais de construção que são apenas montados no canteiro de obras. O documentário mostra as impressionantes capacidades dessa nova tecnologia e os desafios do mercado.

Catching the Sun

A corrida energética por fontes renováveis já é uma realidade, e o documentário aborda as novidades e desafios na indústria da energia solar, explorando o impacto econômico e social desta nova tecnologia, uma série com grande potencial de gerar insights sobre o ciclo econômico da construção civil.

E aí, você tem alguma sugestão? Deixe aqui nos comentários e vamos aumentar essa lista!

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7 Inovações Tecnológicas na Construção Civil para esta década

Você está no canteiro de obras, equipado com seu traje de robô do tipo Exterminador do Futuro, que lhe dá força exponencial, permitindo que você levante sem esforço centenas de quilos à medida que sensores integrados enviam seus dados vitais e atmosféricos para a nuvem.

Enquanto isso, seus óculos de realidade aumentada sobrepõem modelos 3D ao seu trabalho enquanto seus colegas no escritório guiam seus movimentos, rastreando sua localização exata através de suas botas ativadas por GPS.

Soa como ficção científica? Este cenário não está longe. De tecnologias vestíveis e estradas feitas de plástico reciclado, a construção promete ficar cada vez mais tecnológica.

Exoesqueletos.

Que a construção civil é um ambiente perigoso, todo mundo sabe. Trabalhos em altura e operar máquinas pesadas, geralmente em condições climáticas imprevisíveis exigem que o trabalhador utilize equipamentos de proteção, como capacetes, óculos, coletes e botas.

Mas e se esse equipamento tivesse cérebro e força? Gadgets vestíveis estão ganhando cada vez mais força, como exoesqueletos que permitem levantar até 100 quilos!

Ao suportar menos peso, os trabalhadores podem evitar a fadiga muscular e reduzir as chances de lesões, e acredite ou não, os funcionários da Ford na fábrica dos EUA já estão utilizando em pleno 2020.

Redes 5G e conexões ultra rápidas no canteiro de obras.

Espera-se que as redes 5G sejam lançadas em todo o mundo agora em 2020, impactando a eficiência da construção de maneiras sem precedentes.

Com conexões mais rápidas e confiáveis, o projeto de construção usando inteligência artificial e BIM será ainda mais eficiente, pois as redes 5G permitirão que todos os envolvidos em um projeto de construção acessem todas as informações em andamento do projeto em uma única plataforma mais rapidamente.

O 5G também oferece aprimoramento da comunicação nas operações de comandos remotos e no feedback de vídeo em tempo real, o que é essencial para ganhos de eficiência, vigilância e operação segura.

Redução das Emissões de Carbono

As ferramentas usadas para monitorar e medir as emissões de carbono estão mostrando um futuro promissor na construção.

A Skanska EUA, com sede na Suécia, por exemplo, conseguiu reduzir as emissões de carbono incorporadas em projetos em até 30% usando a Calculadora de Carbono Incorporado na Construção (EC3), uma ferramenta de código aberto que calcula as emissões de carbono incorporadas nos materiais de construção.

Usando a ferramenta da Skanska, engenheiros podem examinar dados para materiais de construção comuns e criar um plano de compensação de carbono para o empreendimento. A ferramenta fornece transparência de dados, ajudando a reduzir a emissão de carbono de um projeto antes mesmo de começar.

A Construção circular e os três erres.

Usar, Reutilizar e Reutilizar Novamente, essa é a Economia circular, um sistema econômico que visa eliminar o desperdício e promover o uso contínuo de recursos.

Assim é como a Associação filantrópica dinamarquesa Realdania lançou o Desafio da Construção Circular (Circular Construction Challenge) para achar uma solução ao grande desperdício de matérias primas nas construções, ao mesmo tempo que as recicla e reutiliza no mesmo empreendimento.

O crescimento do Machine Learnign e da Inteligência Artificial.

A Inteligência Artificial e o aprendizado computacional estão auxiliando construtores a utilizar as informações para tomar melhores decisões, numa escala nunca vista antes.

Um bom exemplo disso se relaciona com a produtividade no canteiro de obras, coisa que até pouco tempo atrás, era complexa, entediante e pouco viável de se fazer.

Agora, a inteligência artificial está sendo aplicada no planejamento de uma obra, através da sugestão automatizada das tarefas, sua duração e custos que serão exigidos no canteiro de obras.

Construções modulares pré-fabricadas.

Casas pré fabricadas são a tendência no exterior, entre seus benefícios estão o baixo custo para montá-las em relação às residências tradicionais e o pouco tempo exigido desde a locação da obra até a entrega das chaves.

Aqui no Brasil, em determinadas regiões, algumas empreiteiras utilizam um conceito parecido, através de formas metálicas gigantes, em que são passadas a infraestrutura e em seguida, tudo é concretado.

Na cidade de Malibu, na Califórnia, o governo local está incentivando esta modalidade de construção como forma de abrigo temporário para as vítimas dos incêndios florestais na região.

A construção e o Blockchain

A construção conectada é baseada na ideia de que os dados devem estar no centro do ecossistema de construção de canteiros de obras, máquinas e trabalhadores.

Embora o conceito pareça básico, os dados – especialmente as informações de operações de construção – geralmente são perdidos entre transferências de arquiteto para engenheiro, empreiteiro e proprietário, devido ao uso de plataformas diferentes em diferentes estágios da construção.

O Blockchain é uma das tecnologias mais disruptivas que afetam a construção por causa de seu poder de registrar, ativar e garantir grandes números e variedades de transações, responsabilizando todos os que a consideram responsáveis.

Além disso, os Sistemas de Informações Geográficas (SIG) fornecem dados geográficos vitais que planejadores, designers e engenheiros devem sempre considerar durante todo o processo de planejamento da construção.

Com a ajuda de blockchain, GIS e fluxos de trabalho de construção conectados, esses dados podem ser retidos com muito mais segurança.

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Artigos BIM Sustentabilidade

Cidades circulares para um futuro sustentável

Engenheiros e Arquitetos há muito tempo procuram a natureza em busca de inspiração, criando inovações tão diversas quanto aviões (inspirados em pássaros), sistemas de ventilação (cupins), trens-bala (kingfishers) e velcro (rebarbas). Agora, o mundo natural está servindo de modelo para cidades circulares – sistemas urbanos sustentáveis que minimizam o desperdício e a poluição, reduzindo, reciclando e reutilizando.

A natureza é o modelo perfeito para esse esforço. Afinal, é o reciclador da vida. Não desperdiça nada: plantas e animais mortos se decompõem em nutrientes que são consumidos pela terra e então usados para criar um novo ciclo de seres vivos. Esse processo regenerativo está no coração da economia circular, um sistema de projetar, fabricar e usar coisas que respeitam os recursos limitados do planeta. Em uma economia circular, os produtos e processos são reprojetados para eliminar o desperdício e a poluição, os produtos e os materiais são reutilizados e os recursos naturais são renovados.

É uma melhoria enorme e necessária em relação à atual economia linear, onde os fabricantes retiram recursos da terra para fabricar produtos que os consumidores usam e depois descartam. Segundo a Ellen MacArthur Foundation, nesse sistema de coleta e descarte de resíduos, as cidades são grandes infratoras, produzindo 50% do lixo global e 60 a 80% das emissões de gases de efeito estufa. Mas há uma oportunidade de criar mudanças.

1. Como são as cidades circulares? Para iniciantes, eles são verdes

A infraestrutura verde – uma rede planejada de áreas naturais e seminaturais – é um método que as cidades podem usar para lidar com o gerenciamento de resíduos, o gerenciamento de águas pluviais, o estresse térmico, a qualidade do ar e a biodiversidade. Por exemplo, telhados e fachadas verdes podem reduzir o desperdício na indústria da construção, prolongando a vida útil das superfícies externas. Os jardins da cobertura oferecem uma camada protetora contra a luz solar e altas temperaturas, dobrando a vida útil dos telhados planos tradicionais. Da mesma forma, as fachadas verdes diminuem os requisitos de manutenção das fachadas convencionais. Os efeitos isolantes de telhados e fachadas verdes também ajudam a regular a temperatura interna o ano todo, economizando energia. Outro benefício de superfícies esverdeadas? Eles são muito mais agradáveis de se olhar do que concreto.

2. Circular requer liderança cívica e visão criativa

Passar de uma economia linear para uma circular não é uma tarefa fácil. É desafiador e demorado, envolvendo grandes mudanças na infraestrutura, modelos de negócios, logística e comportamento social. Para começar, as cidades devem criar sistemas circulares que separam o crescimento econômico do novo uso de materiais, apoiando recursos renováveis e mantendo-os em atividade o maior tempo possível. Integrar a circularidade nas políticas municipais também significa integrar todas as partes interessadas dos setores público e privado. Ao apoiar os princípios das economias circulares, as cidades também podem descobrir outro benefício: elas podem ajudar a estimular o empreendedorismo e a inovação locais.

3. O setor imobiliário também está se tornando circular

Quando os prédios são reformados ou demolidos, para onde vão todo esse vidro, aço, madeira e concreto? Para o lixão, o mesmo local onde acabam os móveis e acessórios antigos ou fora de moda. Mesmo quando novos edifícios comerciais são construídos, sobras de materiais, incluindo aqueles que estão fechados e em bom estado, são frequentemente lançados. Essas práticas são um enorme desperdício de dinheiro e recursos, mas estão mudando à medida que a economia circular começa a ganhar força no setor imobiliário, onde promete ter um grande impacto não apenas no meio ambiente, mas também no fundo das empresas linha.

4. Então, quais cidades são heróis da circularidade?

Sete cidades em todo o mundo estão liderando o caminho no esforço de mudar para uma economia circular. São Francisco, líder global de longa data em reciclagem, reutiliza 80% de todo o lixo e tem como objetivo atingir zero de lixo até o próximo ano. Em Copenhague, na Dinamarca, 62% dos residentes andam de bicicleta para o trabalho todos os dias, onde desfrutam do menor horário de trabalho da Europa e podem participar de atividades esportivas gratuitas (não surpreendentemente, os habitantes desta cidade estão entre os mais saudáveis e felizes do mundo). E Whanganui, na Nova Zelândia, possui o primeiro corpo de água do mundo a receber os direitos legais de uma pessoa. O rio Whanganui, que os indígenas maori consideram um ancestral, é supervisionado por dois guardiões ambientais legalmente nomeados; o status de pessoa também ajuda a proteger as tradições nativas dos maoris.

5. Juntando tudo: a cidade do futuro

Com a previsão de que a população global atinja 9,8 bilhões em 2050 – e as cidades abrigam quase 70% desse número – uma série de desafios ecológicos, sociais e econômicos se aproximam. A empresa de arquitetura e planejamento urbano Skidmore, Owings & Merrill (SOM) projetou uma cidade do futuro que aborda criativamente essas questões. Na visão do SOM, as cidades são uma coleção de hubs urbanos densamente desenvolvidos, ligados por ferrovias de alta velocidade. Bairros independentes fazem quase todos os serviços diários a uma curta caminhada. Os centros das cidades estão localizados no interior, longe de corpos d’água crescentes, e apresentam edifícios modulares verdes que podem ser construídos com maior velocidade e menos desperdício. Eles também possuem interiores flexíveis que podem se adaptar às mudanças nas necessidades comerciais ou residenciais e oferecem espaços compartilhados que dão suporte à comunidade e ao bem-estar.

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Artigos Dicas

Notebook para engenharia: como acertar na escolha do equipamento

Existe uma grande variedade nos softwares de engenharia, seja no universo acadêmico ou profissional. Esses sistemas auxiliam muito no dia a dia da profissão, mas para uma rotina de trabalho ou estudo produtiva é preciso contar com um notebook para engenharia capaz de rodar esses sistemas com eficiência. Por isso, um bom equipamento está entre os principais materiais para engenheiros.

Seja qual for sua área de especialidade, o fato é que um notebook para engenharia é o mais indicado para garantir mobilidade na faculdade e na rotina como engenheiro. Por isso é tão importante acertar na escolha do seu equipamento. Se você está em busca de um aparelho que rode bem os softwares de engenharia, mas não sabe direito como escolher o modelo mais adequado, leia esse post com atenção.
Confira quais são os softwares de engenharia mais populares em cada área e como escolher corretamente um notebook para engenharia para durante ou após a faculdade.

Principais softwares de engenharia

Antes de escolher um notebook para engenharia é preciso entender quais sistemas você utilizará, pois existem diferentes programas que auxiliam os engenheiros a exercerem suas atividades.

Na área civil, os principais softwares utilizados são o AutoCAD e AutoCAD Civil 3D, que são da empresa AutoDesk e bastante populares no ramo civil, sendo inclusive utilizados por grandes empresas. Eles permitem que o engenheiro automatize processos na elaboração de projetos, além de criar desenhos com modelagens em 2D e 3D – tudo de uma forma simples e dinâmica.

Existe, ainda, o Revit, também da AutoDesk e que vem ganhando cada vez mais espaço no ramo da construção civil. A principal vantagem desse programa é que ele permite ao engenheiro planejar, projetar, construir e gerenciar edifícios e infraestruturas, gerando um protótipo do projeto e não apenas uma apresentação.

Outra grande vantagem do Revit é que os projetos desenvolvidos são integrados, possibilitando modificar um item em um plano e contar com uma atualização automática de outros.

Principais características de um notebook para engenharia

Para facilitar o dia a dia do estudante ou do engenheiro, nada melhor que contar com seus próprios materiais. E isso não é diferente quando se trata de ter um notebook para engenharia. Ter seu próprio equipamento ajuda a ter uma melhor organização dos projetos, além de comodidades ao lidar com a máquina. Mas não é qualquer notebook que é capaz de suportar às necessidades de um engenheiro.

Ao escolher corretamente um notebook para engenharia, é preciso ficar atento às configurações dos principais softwares do ramo.

Softwares 3D: Utilizam muito processamento da placa de vídeo, então o mínimo hoje para rodar os softwares 2018/2019 é a GeForce 940MX (2GB), mas o recomendado (na minha opinião) é ao menos a GTX 1050.

Renderização: Existem diversos softwares de renderização no mercado, mas cada um vai utilizar uma parte específica do Hardware. Por exemplo, o Lumion utiliza essencialmente a placa de vídeo e exige ao menos 4GB nela. Já o Vray (3.4) utiliza principalmente o Processador (por mais que tenha compatibilidade com placas de vídeo e seja híbrido na versão 3.6).

CAD: Utilizam também essencialmente o processador e a placa de vídeo, variando muito de software para software (o Civil 3D por exemplo utiliza muito ambos, tanto para a visualização dos vetores quanto para processamento dos dados aplicados ao mesmo).

Hoje uma BOA configuração para rodar tudo sem problemas e até com uma certa velocidade (experiência própria):

  • Processador Core i5 7300 HQ (dê preferência à linha HQ, pois tem o mesmo desempenho de um processador de desktop, diferente da série “U” que corta muito o processamento).
  • Memória RAM: 8Gb (mínimo), mas o ideal são 16Gb.
  • Placa de Vídeo: GeForce 940MX (mínimo), mas o ideal é uma GTX 1050.
  • HD: Varia bastante, existem híbridos, normais e SSDs. Recomendo uma mescla entre um HD convencional + um SSD (m.2). No mínimo 1TB de armazenamento (para os softwares e sistema operacional 240gb já dá conta no SSD, mas ainda precisando de uma unidade para armazenamento).

Os softwares de engenharia têm suas próprias exigências quanto à capacidade dos itens citados acima, assim como processador, memória interna, entre outros. O mais importante é avaliar quais desses sistemas você utilizará no dia a dia e escolher o equipamento baseado nisso.

ATÉ R$2500,00: Acer A515 51G 72DB

O Aspire A515-51G-72DB continua com a boa Geforce 940MX GDDR5, porém agora aliado a um processador um pouco melhor, o Intel Core i7 7500U (única exceção a linha HQ) com clock que vai até 3.5 GHz.

Na prática em alguns jogos ele ganhará um pouco de FPS por conta do processador, mas a diferença é de apenas 13% a seu favor. A maior diferença será sentida na tela, pois o Acer Aspire A515-51G-72DB tem display Full HD.

CONFIGURAÇÃO DO NOTEBOOK:

  • PROCESSADOR: Intel Core i7 7500U de 2.7 até 3.5 GHz
  • MEMÓRIA RAM: 8 GB DDR4 2133 MHz
  • PLACA DE VÍDEO: Geforce 940MX 2 GB GDDR5
  • DISCO RÍGIDO: 1 TB
  • TELA: 15.6″ Full HD LED
  • CONEXÕES: 1 HDMI, 1x USB 3.0, 2x USB 2.0, 1 USB 3.1, 1 RJ 45 ,1 COMBO audio jack, leitor de cartões de memória, Bluetooth e WiFi AC
  • SISTEMA OPERACIONAL: Windows 10 64 bits

ATÉ R$3500,00: ACER ASPIRE AN515-51-50U2 (Nitro 5 “capado”)

Ele tem a boa Geforce GTX 1050 4 GB GDDR5, uma boa tela Full HD IPS, e para quem quer upgrades ele leva vantagem, pois como vem com 1 pente 8 GB GDDR4, para deixá-lo com 16 GB é só comprar outro módulo. Aceita também SSD m2 e são dois coolers, um para CPU e outro para GPU.

PS.: Por um pouco menos você encontra o Acer Aspire VX15 (ou VX5), com exatamente as mesmas configurações (menos a tela IPS), porém ele tem um defeito de série (tive esse azar) nas dobradiças da tela… As minhas duas quebraram e existem diversos relatos pela internet! Mas mesmo assim, colei com algodão e Super Bonder (por mais que estivesse na garantia) e continuo usando-o. É um notebook excelente!

CONFIGURAÇÃO DO NOTEBOOK:

  • PROCESSADOR: Intel Core i5 7300HQ até 3.5 GHz e 6 MB de cache
  • MEMÓRIA RAM: 8 GB DDR4 2133 MHz
  • PLACA DE VÍDEO: Geforce GTX 1050 4 GB GDDR5
  • DISCO RÍGIDO: 1 TB
  • TELA: 15.6″ Full HD IPS
  • CONEXÕES: 1 USB 3.0, 2 USB 2.0, 1 HDMI, 1 RJ45, 1 combo entrada microfone e saída fone de ouvido, Bluetooth e WiFi AC
  • SISTEMA OPERACIONAL: Windows 10 64-bit

ATÉ R$4500,00: ACER ASPIRE VX5-591G-78BF (Nitro 5)

Ele é quase igual o Acer VX5 (com Core i7 e GTX 1050Ti e que por sinal você encontra por aproximadamente R$ 4000,00), porém um detalhe faz toda diferença, o display do Acer AN515-51-75KZ é IPS, oferecendo mais qualidade de imagem. Mas em questão de desempenho, são equivalentes, afinal ambos tem a Geforce GTX 1050 TI 4 GB GDDR5 aliado a 16 GB de RAM.

Seu processador é o mesmo, o Intel Core i7 7700HQ com 4 núcleos e 8 threads com clock máximo de até 3.8 GHz, então esqueça gargalos! Sistema de resfriamento também tem duplo cooler.

CONFIGURAÇÃO DO NOTEBOOK:

  • PROCESSADOR: Intel Core i7 7700HQ até 3.8 GHz e 6 MB de cache
  • MEMÓRIA RAM: 16 GB DDR4 2400 MHz
  • PLACA DE VÍDEO: Geforce GTX 1050 TI 4 GB GDDR5
  • DISCO RÍGIDO: 1 TB
  • TELA: 15.6″ Full HD IPS
  • CONEXÕES: 3 USB 3.0, 1 USB Tipo-C 3.1, 1 HDMI, 1 RJ45, 1 combo entrada microfone e saída fone de ouvido, Bluetooth e WiFi AC 2×2
  • SISTEMA OPERACIONAL: Windows 10 64-bit

Mas e agora em 2020, com a alta do dólar e o preço dos notebooks de entrada beirando os R$ 5000,00 o que você acha? Vai migrar para o Desktop ou investir na portabilidade? Deixe sua opinião nos comentários.