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6 Etapas para criar anotações eficientes no REVIT

Muitas pessoas que vêm para o Revit do mundo do AutoCAD usam técnicas 2D da velha escola para criar anotações de plano no Revit. Usando o poder do BIM, você pode criar um sistema de notas de planejamento muito mais eficiente e conveniente.

Este guia ensinará todas as etapas necessárias para criar um sistema de notas de planejamento usando uma família de anotações genéricas e a ferramenta Bloqueio de notas. Embora seja possível criar um sistema similar usando Keynotes, é muito mais complicado e recomendamos a técnica Note Block para usuários iniciantes e intermediários. Se você estiver trabalhando em um projeto enorme, considere explorar as Keynotes.

CRIAR UMA FAMÍLIA DE ANOTAÇÃO GENÉRICA CIRCULAR

Crie uma nova família de anotação genérica. Desenhe um círculo ou qualquer forma que você quiser para o seu número de nota. Use a ferramenta Linha ou a Região de mascaramento se quiser que o desenho seja opaco.

ADICIONE ESTES 4 PARÂMETROS TIPO

Vá para as propriedades do tipo de anotação genérica e adicione esses 4 parâmetros. Todos eles são parâmetros de instância.

Crie um rótulo no centro do círculo. Use o novo parâmetro “Número da nota (Note Number)”.

Adicione outro marcador ao lado do símbolo do círculo. Use o parâmetro Note Text. Em seguida, defina o parâmetro Visibilidade do texto para controlar a visibilidade do texto. Isso é usado para abrir e fechar o marcador com um único clique.

Agora você pode carregar a família em seu projeto.

USE A FERRAMENTA DE SÍMBOLOS PARA CRIAR UMA ANOTAÇÃO

Vá para a guia Anotação e clique no símbolo. Selecione sua nova família de anotações genéricas e clique no plano para criar uma anotação. Preencha todas as informações diretamente na visualização ou nas propriedades da instância. Certifique-se de selecionar um Tipo de vista que corresponda à vista em que você está

CRIAÇÃO DE TABELA DE BLOCOS DE NOTA PARA TODOS OS TIPOS DE VISUALIZAÇÃO

Na guia exibir, clique no agendamento e selecione a ferramenta Bloco de notas. Selecione a nova anotação genérica que você acabou de criar.

Adicione os 3 parâmetros no cronograma, como na imagem abaixo.

Em seguida, você precisa filtrar o bloco de notas usando o parâmetro View Type. Nesse caso, essa programação específica será usada para as notas da planta baixa, portanto, o Tipo de vista tem que ser igual à planta baixa.

Em seguida, vá para o menu Ordenar / Agrupar. Ordenar por nota numérica. Em seguida, classifique por texto de nota. Se você não fizer isso, o texto da nota desaparecerá na tabela se você tiver várias notas usando os mesmos números, mas com texto diferente.

A etapa final é verificar a caixa Campo oculto para Tipo de vista no menu Formatação do Bloco de notas. Precisamos desse campo para filtrar o cronograma, mas ele deve ser invisível no cronograma em si.

CRIAR NOTAS E AJUSTAR O PROGRAMA

Agora você pode começar a criar todas as notas para suas visualizações. Há algumas coisas que você precisa saber com essas anotações. Como você vê abaixo, se você tiver uma anotação que aparece várias vezes em um projeto e compartilhar o mesmo número e texto, as várias instâncias serão agrupadas na programação.

No exemplo abaixo, nós mudamos o número para a nota # 1 – ALIGN THE BRICK. Como você vê, todas as instâncias deste número de nota são ajustadas. A força deste sistema de notas é que alterar números e textos é extremamente rápido, fácil e eficiente. Se você perceber que está usando o mesmo número para várias descrições, ele pode ser corrigido instantaneamente.

CRIAR UM CRONOGRAMA « TODAS AS NOTAS » PARA GERENCIAR

Finalmente, para acompanhar todas as notas no projeto, crie outro cronograma do bloco de notas com os mesmos parâmetros que o outro, mas desta vez adicione o parâmetro Count. Você pode remover o filtro Tipo de exibição que usamos no outro Bloco de notas.

No menu Classificar / Agrupar, classifique por Tipo de vista e marque a caixa Cabeçalho. Em seguida, classifique por Número da nota e Texto da nota. Certifique-se de manter desmarcada a caixa Itemizar cada instância.

Como você vê na imagem abaixo, este resultado em uma tabela contendo todas as notas de todos os tipos de vistas. Ele também exibe o parâmetro Count, que indica quantas instâncias de cada nota existem no projeto. Esse cronograma geralmente não é colocado em uma planilha. É usado internamente para manter o controle sobre o projeto.

Não esqueça de usar a ferramenta Highlight in Model para mostrar cada nota no contexto.

Traduzido de: https://revitpure.com/blog/6-steps-to-create-efficient-plan-notes-in-revit

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Artigos BIM

10 verdades sobre o BIM que ninguém vai te contar

O objetivo de fazer o BIM integrante de todos os processos de projeto dentro dos próximos cinco anos é um aspecto importante da estratégia das empresas para 2011-2020 e para ajudar a facilitar essa ambição é que foi realizada essa pesquisa.

É interessante ter uma compreensão mais clara de como BIM é percebido em todo o mundo. Quando você está na vanguarda de uma mudança de longo alcance às vezes é uma boa idéia dar um passo atrás para se obter o quadro completo, para entender como os outros interpretam o BIM, como está sendo adotado, onde os clientes estão indo e como será o retorno. Acima de tudo, queremos entender como pode ajudar a impulsionar o desenvolvimento e a aceitação em todo o setor.

O objetivo dessa pesquisa foi compreender como o BIM é percebido e discutido em todo o mundo, em diferentes partes indústria da construção civil (Arquitetura, Engenharia e Construção) e entre os estudantes. Sua abordagem combinou entrevistas e pesquisa documental com análise estatística de mídia on-line e envolvimento com a profundidade da leitura de 600 mil artigos de todo o mundo.

Dez grandes temas, ou “verdades” foram identificadas, algumas relativas à forma de como o BIM é percebido hoje, outras lidando com a forma de como BIM vai afetar a transição da indústria da construção civil e as barreiras à mudança e, por fim, alguns dos temas são mais visionários considerando-se as conseqüências de longo prazo, onde BIM tem o potencial para se tornar a espinha dorsal de informações de toda uma nova indústria.

As 10 Verdades sobre o BIM (Building Information Modeling)

1. O BIM é uma plataforma 3D
A evolução tecnológica abre novos caminhos para o projeto e o BIM não é exceção. A função 3D permite formas complexas e a capacidade do software para lidar com cálculos sofisticados permitirá que os engenheiros estruturais expandam suas fronteiras com projetos cada vez mais ousados.

2. O mais importante é a informação
Imagens bonitas podem impressionar, mas é como uma ferramenta de gerenciamento de informações que o software BIM realmente brilha. Uma das razões para a lenta adoção do BIM no setor de engenharia civil é que a comunidade BIM tem-se centrado em “construção” em detrimento da “informação”.

3. A cor do BIM é verde.
Usá-lo corretamente irá reduzir o tempo de projeto e, assim, o uso de energia, bem como os custos. O BIM irá reduzir o desperdício de materiais durante a construção e gestão do edifício e, eventualmente, auxiliar na demolição sustentável. Modelagem de energia também pode minimizar o uso de energia na vida útil de um edifício.

4. O BIM vai mudar a indústria da construção.
Ao contrário do CAD, onde uma única atividade é processada deixando macroprocessos em grande parte intactos, o BIM vai mudar tudo. Não adianta tentar implementar software BIM em toda a indústria com a expectativa de que as coisas não vão mudar. Elas vão.

5. Compromisso de todos envolvidos
Os benefícios de trabalhar a forma com o BIM só vêm com uma estreita colaboração. Se um membro de uma equipe de projeto está usando o BIM, enquanto os outros continuam fazendo as coisas da maneira antiga, haverá benefício limitado. Para fazer com que o investimento valha a pena, tem que se quebrar esse impasse.

6. As empresas devem trabalhar em equipe.
As empresas e as disciplinas que trabalham separadamente, interagindo apenas só através da troca de documentos de construção não vão fazer muita coisa. O BIM tanto permite como exige uma integração mais estreita.

7. Tanto o software como os profissionais devem trabalhar em conjunto.
Simplesmente trabalhar em conjunto não é suficiente, os hábitos e rotinas devem ser alinhadas de forma a tornar natural a cooperação. O software terá de ser desenvolvido para permitir uma integração perfeita, e assim como as atitudes dos profissionais.

8. Novos contratos vão surgir.
Tanto a digitalização como a colaboração estreita desafiam o sistema vigente de propriedade intelectual. Há duas rotas de desenvolvimento possíveis. Um deles é uma maior especialização onde a propriedade reside com os especialistas de modelagem. A outra é a consolidação em empresas gigantes, onde as empresas trabalham mais de perto resolvendo as questões de propriedade.

9. Diferentes plataforma de software.
A luta pela supremacia nos assola no mundo do software. Dependendo do resultado de lutas de poder atuais, o ambiente digital na nova indústria da construção civil estará de acordo com um dos três tipos: padrão aberto, padrão fechado e proprietário, ou não, em vários padrões.

10. O BIM vai se tornar o DNA da futura construção.
Quando o sistema é suficientemente simplificado, podemos começar a concentrar-se em usá-lo. Uma vez que a infra estrutura de informação básica está no lugar e aprendemos a trabalhar com ela, várias tecnologias, em uso ou em desenvolvimento, podem ser trazidas para dentro.

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Artigos BIM Orçamento

5 motivos para realizar o planejamento de obras em BIM

Praticamos o planejamento rotineiramente, seja numa viagem a passeio ou até mesmo numa ida ao supermercado. O orçamento de obras nos diz quanto a obra vai custar, não é mesmo?

Isso está diretamente ligado ao prazo da obra, soluções construtivas, logística do canteiro, produtividade das equipes, e uma série de outras estimativas, que resultam no que chamamos de planejamento de obras. Isso significa que planejamento e orçamento de obras andam juntos e devem ser trabalhados paralelamente para que tenhamos uma boa gestão da construção.O planejamento de obras e seus subprodutos

O planejamento de obra, como se conhece no mercado, diz respeito ao sequenciamento de atividades necessárias para a construção, estabelecendo relações de interdependência entre elas. Como assim?

Por exemplo: Em um sistema construtivo convencional normalmente as instalações hidráulicas são embutidas nas alvenarias.Isso significa que as instalações hidráulicas de um banheiro só serão iniciadas depois que a parede deste banheiro foi erguida. Se a parede atrasar, a instalação atrasa. Se a instalação atrasa, o reboco atrasa, e com ele todas as atividades que dependem dele.

Essa sequência construtiva é definida como plano de ataque. Em um edifício com uma série de pavimentos tipo, o ideal é estudar a melhor sequência executiva possível, que será replicada para os demais pavimentos considerando a melhor alocação possível de equipes.

Ao estabelecermos uma relação entre todas a as atividades necessárias para a construção de uma obra, conseguimos visualizar o prazo final da construção, o qual influencia diretamente o orçamento. Como? Uma obra tem custos fixos mensais (consumo de água e energia, corpo técnico, aluguel de equipamentos). Com a variação do prazo de obra, variam também estes custos.

É importante ressaltar que nem sempre menor prazo é o que as construtoras procuram: há empresas que optam por aumentar o prazo de obra, diluindo os custos mensais, de forma que o desembolso mensal ao longo da construção fique dentro do planejamento do fluxo de caixa da empresa.

Esse estudo de desembolso mensal é feito quando fazemos o link entre o planejamento da obra (sequenciamento) e o orçamento. Dessa forma sabemos o que será executado, quando, e quanto vai custar: temos o cronograma físico-financeiro.

E onde o BIM entra nisso?

Um modelo tridimensional munido de informação, permite a interligação do cronograma de obra (normalmente feito no MS Project) com os elementos deste modelo. Desta forma temos um planejamento 4D: além das 3 dimensões, cada elemento traz consigo a informação de quando e por quanto tempo será construído.

Esse link é feito em softwares BIM orientados à gestão como o Navisworks da Autodesk, ou ainda o VICO, que fornece uma tecnologia diferenciada de planejamento 4D, baseada nos conceitos de produtividade de equipes e linha de balanço.

Fica evidente aqui a interoperabilidade entre softwares, já que enquanto alguns tem o foco na criação do modelo, outros tem o objetivo de operará-lo com foco na gestão da construção.

No VICO, por exemplo, é possível traçar o planejamento diretamente na linha de balanço, utilizando comandos gráficos para ajustes de prazo: ao arrastar a linha de uma atividade para uma data específica, o software calcula automaticamente a produtividade necessária para cumprimento de tal prazo.

5 motivos para realizar planejamento de obras em BIM

Agora que você entendeu o que é o planejamento de obras e como o BIM pode ser usado neste mesmo planejamento, vamos a conexão de ambos os pontos:

1) Compatibilização de projetos: Em resumo pode-se dizer que o BIM facilita muito o trabalho de compatibilização de projetos, seja pela possibilidade de automatização de detecção de interferências quanto pela própria visão espacial. Projetos mais compatíveis diminuem a possibilidade de imprevistos na obra e melhoram a assertividade do planejamento. Falaremos mais sobre esse assunto no nosso Blog.

2) Quantitativos: muito embora essa vantagem seja mais associada ao orçamento, uma maior precisão nos quantitativos também significa maior precisão do planejamento, já que o prazo é consequência direta da quantidade X produtividade.

3) Facilidade de compreensão: uma visualização espacial/sequencial da obra sendo construída torna muito mais fácil entender o que está sendo planejado do que através de um cronograma de Gantt, ou até mesmo de uma linha de balanço. Isso facilita também a elaboração de planos de contingência caso a execução esteja se distanciando da meta planejada.

4) Planejamento de canteiro: um planejamento 3D permite a simulação de alocação de equipamentos no canteiro ao longo da obra, bem como depósito de materiais e consequentemente simulações de logística.

5) Marketing: além de todas as vantagens técnicas, simulações 4D são comumente utilizadas como uma forma de marketing em apresentações para investidores e clientes, como uma amostra do alto nível tecnológico do planejamento que será empregado na construção.

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Artigos BIM Revit

10 Dicas muito importantes para Renderizar no REVIT

Uma das grandes ferramentas que o Revit apresenta é a renderização. Ao contrário do que muita gente pensa e até utiliza a ferramenta de forma errada, o Revit não é um programa de renderização. A renderização é um dado a mais que o Revit oferece dentro da plataforma BIM e que permite exibir o modelo ao cliente com visualizações próximas as reais.

Um desenho renderizado no Revit é suficiente para a apresentação de um projeto e dentro dessa percepção é que apresentamos um artigo escrito por Dean Dalvit com 10 dicas que, embora escrito em 2008, foi revisto e apresenta-se atual nos quesitos de renderização.

O objetivo de Dean Dalvit ao escrever esse artigo foi encontrar uma combinação certa de configurações, de forma a obter uma renderização boa em um menor espaço de tempo.

Confira então as 10 dicas:

  1. Certifique-se de que você esteja executando o Revit requisitos mínimos de hardware:
    Quando se fala em renderização, uma coisa que vem a nossa cabeça é se a máquina aguenta. Diferente do que se imagina a renderização é feita pelo processador e não pela placa gráfica. A placa gráfica, assim como a memória RAM tem papel preponderante na manipulação das vistas. Quanto melhor o processador, mais rápida e precisa é a renderização, enquanto que quantidade de memória RAM e a capacidade da placa gráfica vão agilizar as tarefas de modelagem. Os outros periféricos é claro, acompanham a configuração. Procure adquirir o que de melhor o seu bolso permitir.
  2. Selecione a resolução adequada para o trabalho:
    Na prática, a diferença entre a resolução média e a alta é quase imperceptível, mas a diferença de tempo é significativa. A não ser que você esteja fazendo um grande formato para apresentação gráfica, é possível se obter uma qualidade razoável para enviar imagens jpg por e-mail, mobile ou nuvem. Além disso, tenha cuidado com a região que você escolher para renderizar. Ajuste apenas o que você realmente precisa exibir.
  3. Renderização de vistas criadas com uma perspectiva de câmera.
    Use a ferramenta câmera para criar diversas vistas do projeto. Estas vistas sempre serão mais realistas do que a vista isométrica do 3D básico. Uma vez que você consiga uma vista satisfatória pode salvá-la e utilizá-la mais tarde. Também é importante observar que o fundo do céu se forma nas vistas de perspectiva e não na vista básica 3D.
  4. Salve suas representações para o projeto.
    Mesmo que a janela de renderização do Revit permita que se exporte as imagens renderizadas em jpg, é sempre interessante deixá-las salvas no projeto também, dando-lhes diferentes nomes. Dessa forma você pode acessá-las a qualquer momento para uma simples visualização ou alteração.
  5. Executar testes antes da renderização final.
    Esta dica parece tão básica, mas é fácil de se perder nesta questão. Você pode pensar que tem tudo sob controle, executar o processamento, sair para o almoço, e ao voltar, descobrir que suas configurações de renderização foram definidas para a manhã, quando você queria a tarde. Selecione vistas do projeto para testar renderizando em modo rascunho antes de se comprometer com a renderização final. Você também pode renderizar uma pequena região de uma imagem antes de partir para o render completo.
  6. Preencher a imagem com objetos da vida real.
    A escolha de um cenário legal com um belo céu e itens como móveis, plantas, gramados, automóvel, pessoas tornarão a renderização mais próxima do real. É importante escolher famílias que combinem e se harmonizem com o projeto tendo cuidado de escolher vegetações que tenham efeito na renderização.  Esses objetos ajudam a animar a imagem e uma grande quantidade de objetos são modelados com um elevado grau de qualidade.
  7. Gastar tempo ajustando os materiais externos.
    Completando a dica anterior, muitas famílias baixadas não ficam satisfatórias na imagem renderizada, enquanto outras sim. Além das vegetações, materiais metálicos que apresentam brilho as vezes não ficam bom quando renderizados. No entanto, no editor de materiais, há várias opções para explorar e, dessa forma, encontrar aquele que melhor tenha efeito na renderização ficando assim, inclusive, guardado para futuros trabalhos.
  8. Considere Revit 64 bits.
    Embora essa dica daqui a pouco se torne desnecessária pois as versões recentes do Revit só são 64 bits, ainda há uma gama de usuários que usam sistema operacional 32 bits. Aqui é também uma questão matemática pois sistemas de 32 bits só endereçam até 3.12 GB de memória e bem como vimos na primeira dica, quanto mais memória, melhor. Então se puder, evite sistemas 32 bits.
  9. Esteja ciente do esquema de iluminação que está usando.
    Este é um tópico grande o suficiente para justificar a sua própria postagem, mas no geral, tente ser realista. Definir parâmetros como data, hora e local para o desenho e controlar a posição do Norte para apresentações externas, lhe permitirá realizar um estudo solar e fazer sua apresentação ainda mais realista. A iluminação artificial é mais relevante para vistas noturnas ou representações de interiores. Neste caso, você terá que inserir a iluminação no modelo de forma que ela fique realista tal como uma fotografia do ambiente.
  10. Seja realista sobre suas expectativas.
    Conforme iniciamos o artigo, o renderizador do Revit é suficiente para a apresentação do projeto ao seu cliente. Você pode obter grandes resultados com o render do Revit mas, se espera imagens que se confundem com fotos, pode ficar desapontado. Aqui recorre-se a renderizadores externos mais poderosos como o 3DS MAX, Lumion ou VRay, entre os mais utilizados.  O importante a se utilizar renderizadores externos é respeitar o caráter arquitetônico do projeto e tomar cuidado para que sua apresentação não fique com a cara de um cenário de vídeo game.